quarta-feira, 25 de julho de 2012

O que são doenças emergentes..


É chamada de doença emergente toda doença nova, desconhecida da Ciência até pouco tempo.

Então, ou aquela que surge numa região onde ela não exista, causando graves problemas de saúde pública.

Um exemplo de doença emergente é a aids ( sindrome de imunodeficiência adquirida, causada pelo vírus HIV), que até o início da década de 1980 era desconhecida e, a partir dessa década, espalhou-se por os continentes da Terra.

A hipertensão arterial


A hipertensão arterial, é uma doença crónica determinada por elevados níveis de pressão sanguínea nas artérias, o que faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior do que o normal para fazer circular o sangue através dos vasos sanguíneos. A pressão sanguínea envolve duas medidas, sistólica e diastólica, referentes ao período em que o músculo do coração está contraído (sistólica) ou relaxado (diastólica) entre batimentos. A pressão normal em repouso situa-se entre os 100 e 140 mmHg para a sistólica e entre 60 e 90 mmHg para a diastólica. Define-se como hipertensão a pressão sanguínea de valor igual ou superior a 140/90 mmHg.

A hipertensão pode ser classificada em hipertensão primária ou secundária. Cerca de 90 a 95% dos casos são classificados como hipertensão primária, o que significa que a elevada pressão sanguínea não tem causa médica identificável.[1] Os restantes 5 a 10% dos casos são motivados por outros transtornos que afectam os rins, artérias, coração ou o sistema endócrino.

A hipertensão arterial é um dos principais factores de risco para a ocorrência de acidentes vasculares cerebrais, enfartes do miocárdio, aneurismas das artérias (p.e. Aneurisma da aorta), doenças arteriais periféricas, além de ser uma das causas de Insuficiência renal crónica. Mesmo que moderado, o aumento da pressão sanguínea arterial está associado à redução da esperança de vida. O controlo da pressão sanguínea pode ser conseguido com alterações nos hábitos alimentares e do estilo de vida, reduzindo assim o risco de complicações clínicas, embora o tratamento através de fármacos seja normalmente necessário em indivíduos nos quais a adopção de um estilo de vida saudável se mostre insuficiente ou ineficaz.


com evitar os alérgenos da poeira

 Todas as alergias são desencadeadas por substâncias chamadas alérgenos. A cada ano, nas regiões de clima temperado, milhões de pessoas sofrem de alergia sazonal (que depende de uma época do ano) como congestão, coceira e hipersecreção nasais, assim como prurido (coceira) nos olhos, com lacrimejamento. No entanto, muitos outros sofrem de alergias permanentes, que resultam em sintomas durante todo o ano. As alergias permanentes são desencadeadas por alérgenos encontrados dentro de casa, incluindo os ácaros da poeira (e suas fezes), a caspa de animais, baratas e mofo.
Controlando os ácaros da poeira
A poeira doméstica é composta de pequenas partículas de materiais vegetais e animais. Nessa mistura vivem animais microscópicos chamados ácaros da poeira. As fezes desses animais é a causa mais comum da alergia permanente e seus sintomas.

Os ácaros da poeira são encontrados por toda a casa, mas vivem especialmente nas áreas mais úmidas e nas áreas onde existe caspa humana (pequenos flocos de pele descamada). Os sintomas da alergia a ácaros incluem congestão nasal, coriza, espirros (principalmente na manhã), coceira nos olhos, lacrimejamento, tosse e chiados no peito.

Para reduzir o número de ácaros, é importante manter a umidade relativa do ar em toda a casa abaixo de 50%, usando um desumidificador ou mesmo o ar condicionado. O carpete deve ser retirado, especialmente aquele que é colocado sobre chão de concreto. Os pisos preferidos são os de madeira-de-lei, cerâmica ou fórmica. Tapetes laváveis também podem ser usados, caso sejam regularmente lavados em água quente ou a seco.

Como as pessoas passam mais tempo no quarto de dormir que em outros aposentos, é essencial reduzir os níveis de ácaros neste local. Encape colchões e travesseiros em plásticos fechados por zíper ou com material especial à prova de alérgenos, encontrado em lojas especializadas. As roupas de cama devem ser lavadas semanalmente em água quente (55° C) e deixadas secar num secador de ar quente. Almofadas e travesseiros feitos de material natural como penas, plumas ou algodão devem ser substituídos por outros feitos de material sintético, ou então, envolvidos por material anti-alérgico.


ácaro domiciliar

O ideal é que as paredes dos cômodos sejam lisas e que os objetos que possam reter poeira fiquem em gavetas ou armários fechados. Evite usar o quarto onde dorme como biblioteca ou local de estudo. A aspiração semanal do pó pode ajudar a retirar um pouco dos ácaros. Os alérgicos devem usar um aspirador com um filtro HEPA (de alta eficiência para partículas) ou com bolsa dupla de retenção de poeira, pois o uso do aspirador comum espalha poeira no ambiente. Devem também usar uma máscara contra poeira quando a limpeza estiver sendo feita.

Controlando a caspa dos animais
Ao contrário do que se pensa, as pessoas não são alérgicas ao pelo dos animais, mas sim a proteínas encontradas na saliva, na caspa (flocos de pele morta descamada) ou urina. Essas proteínas são carregadas pelo ar como partículas muito pequenas, invisíveis, que pousam no revestimento dos olhos ou nariz, ou mesmo são inaladas diretamente para dentro dos pulmões. Os sintomas de alergia a um animal incluem espirros, nariz com coceira e hipersecreção, e olhos e garganta inchados e coçando. Uma coceira da pele ou uma urticária (placa vermelha e alta) podem também resultar do contato com um animal ao qual você é alérgico. Geralmente os sintomas começam rapidamente, às vezes minutos após a exposição ao animal. Para outras pessoas, no entanto, os sintomas vão crescendo e se tornando mais intensos 8 a 12 horas após o contato com o animal.

Um gato ou um cachorro produz uma certa quantidade de alérgeno por semana e essa quantidade pode variar de animal a animal. Todas as raças são capazes de desencadear os sintomas — não há raças "hipoalergênicas" de cães ou gatos. Os que são muito alérgicos podem mesmo apresentar reações em lugares públicos pela caspa transportada pela roupa de um dono de animal.

A maneira mais eficaz de combater os sintomas da alergia a animal é removê-lo de casa, evitando qualquer contato. Manter o animal fora de casa, por exemplo num jardim, é apenas uma solução parcial, pois as casas com animais no jardim ainda possuem concentrações razoavelmente altas dos alérgenos. Antes de passar a ter um animal em casa, passe um tempo junto ao cachorro ou gato de alguém para saber se você é alérgico. Se você já tem um animal ao qual você ou alguém da família é alérgico, tente deixá-lo com um parente ou amigo não alérgico que cuide dele. Apesar dessa separação poder ser difícil, é o melhor para a sua saúde ou de seu familiar alérgico. Você pode ainda considerar bichinhos como tartarugas, peixes, e outros animais sem pelos ou penas.

Se você não pode evitar a exposição ao animal que causa seus sintomas alérgicos, tente minimizar o contato. Mais importante, mantenha o animal fora do quarto de dormir ou de outros aposentos onde os alérgicos passam a maior parte do tempo. Alguns estudos demonstraram que o banho (semanal) de cães e gatos pode reduzir a quantidade de alérgenos em casa. Este ponto, no entanto, permanece controverso. Se você pretende lavar o seu animal regularmente, consulte o veterinário quanto aos cuidados para que não haja ressecamento excessivo da pele do animal. Além disso, peça a um membro não alérgico da família que escove o animal fora de casa, para remover os pelos e alérgenos soltos. A caspa e a saliva são as fontes de alérgenos em cães e gatos, mas a urina é a fonte de alérgenos de coelhos, hamsters e porquinhos-da-índia; peça a um membro não alérgico da família para limpar a gaiola do animal.

Os alérgenos dos animais podem se acumular em qualquer superfície horizontal e, mesmo, vertical da casa. Os colchões e almofadas devem ser encapados com plástico (capas com zíper) para prevenir a liberação de alergenos. A aspiração do pó não é eficaz em diminuir os alérgenos dos animais, pois não limpa os níveis mais profundos dos carpetes e tapetes. Na verdade, ela pode dispersar no ar pequenas partículas de alérgenos, que acabam não sendo aspiradas. O uso de um aspirador com filtro HEPA ou bolsas duplas pode ajudar. Do mesmo modo que com os ácaros, a melhor solução para o chão é madeira-de-lei, cerâmica ou fórmica.

Substitua as roupas de cama que possuam caspa animal nelas. Pode levar semanas ou meses até que os tecidos fiquem realmente limpos dos alérgenos, e os alérgenos de animais podem persistir por um ano ou mais, após a retirada do animal de casa.

Controlando as baratas
As baratas existem por mais de 300 milhões de anos. A maioria delas vive em climas quentes e tropicais, mas várias espécies convivem com os homens em suas casas e escritórios.

As baratas não são apenas um visitante malquisto em casa — uma proteína presente em suas fezes é um fator importante no desencadeamento de crises de asma, especialmente para crianças que vivem nos bairros mais pobres e densamente povoados das cidades. Para reduzir os sintomas da asma é importante eliminar as baratas.

Bloqueie os locais por onde as baratas poderiam entrar em casa, incluindo rachaduras, fendas nas paredes, janelas, brechas no chão e móveis de madeira, ralos, etc. As baratas precisam de água para sobreviver e só vivem em ambientes sob alta umidade. Conserte e vede todas as torneiras e canos que estejam vazando. Você também deverá solicitar uma dedetização feita por um profissional, a ser feita quando não houver ninguém da família (nem animais) em casa, para eliminar as baratas que restarem.

As baratas se sentem menos à vontade numa casa limpa e seca. Para evitar que elas retornem, mantenha os alimentos em recipientes bem vedados, e lave (ou leve para fora de casa) os pratos onde os animais de estimação acabaram de comer. Aspire e varra o chão após as refeições, e retire freqüentemente de casa o lixo acumulado. Use na cozinha cestinhas de lixo cobertas. Lave imediatamente os pratos após seu uso com detergente e água quente; não se esqueça de limpar as áreas debaixo de fogões, geladeiras, forninhos ou tostadeiras, onde se acumulam farelos e migalhas. Limpe regularmente a superfície do fogão e de armários, assim como outras superfícies na cozinha.

Controlando o mofo de dentro de casa
Mofos e bolores existem em áreas da casa que tenham alta umidade, como janelas de banheiros ou locais onde existam vazamentos. Esses fungos disseminam pequenos esporos que podem desencadear crises alérgicas.

Felizmente esses fungos são facilmente eliminados uma vez descobertos. Use uma solução contendo 5% de hipoclorito (água sanitária) e uma pequena quantidade de detergente. Se o mofo for visível no carpete ou papel de parede, remova esses itens de sua casa. Conserte prontamente qualquer vazamento que exista. Nunca coloque carpete em chãos de concreto ou úmidos, e evite guardar roupas, papéis e outros ítens em locais úmidos.

O uso de desumidificadores geralmente consegue controlar a umidade por toda a casa. Esvazie a água dos desumidificadores e limpe a aparelhagem regularmente para impedir que apareçam bolores. Todos os aposentos, especialmente banheiros e cozinhas, precisam de boa ventilação e limpeza constante para impedir o crescimento de fungos.

Dicas adicionais
Manter as janelas abertas, ainda que tentador, nem sempre é boa solução - pode trazer para dentro de casa alérgenos externos como esporos de mofo e polens. Nesses casos, use ar condicionado para limpar, recircular e desumidificar o ar de casa.

Infarto do miocárdio

O que é infarto do miocárdio2?
O infarto3 é definido como uma lesão isquêmica do músculo cardíaco (miocárdio4), que deve-se à falta de oxigênio e nutrientes. Os vasos sangüíneos5 que irrigam o miocárdio4 (artérias coronárias6) podem apresentar depósito de gordura7 e cálcio, levando a uma obstrução e comprometendo a irrigação do coração1. As placas de gordura7 localizadas no interior das artérias podem sofrer uma fissura8 causada por motivos desconhecidos, formando um coágulo que obstrui a artéria9 e deixa parte do coração1 sem suprimento de sangue10. É assim que ocorre o infarto do miocárdio2. Esta situação vai levar à morte celular (necrose11), a qual desencadeia uma reação inflamatória local.
O infarto3 também pode ocorrer em vasos coronarianos normais quando as artérias coronárias6 apresentam um espasmo12, ou seja, uma forte contração que determina um déficit parcial ou total no suprimento de sangue10 ao músculo cardíaco irrigado por este vaso contraído.


Quais são os sintomas13?
O sintoma14 clássico é uma dor em aperto no lado esquerdo ou no centro do peito podendo irradiar para o pescoço ou para o braço esquerdo, porém em cerca de 15% dos casos, o sintoma14 pode ser atípico com dor no lado direito do peito, suor, enjôo, vômitos15, dor no estômago16, falta de ar, tonteira ou palpitações17.
Esta dor tem duração maior que 10 minutos, pode ter diferentes intensidades ou ainda sumir e voltar espontaneamente.
Infelizmente, nem todos os pacientes têm este sintoma14. Os diabéticos, por exemplo, podem ter um infarto3 sem apresentar dor.


Quais são as causas?
O infarto3 está mais freqüentemente associado a uma causa mecânica, ou seja, à interrupção do fluxo sangüíneo para uma determinada área, devido a obstrução completa ou parcial da artéria9 coronária responsável por sua irrigação. O tamanho da área necrosada depende de vários fatores, tais como o calibre da artéria9 lesada, tempo de evolução da obstrução e desenvolvimento da circulação18 colateral. Esta, quando bastante extensa, é capaz de impedir a instalação de infarto3, mesmo em casos de obstrução total da coronária.
Pode também ocorrer por aumento do trabalho cardíaco relacionado ao aumento da pressão arterial.


Quais são os fatores de risco associados ao infarto do miocárdio2?
·         Colesterol19 alto
·         Sedentarismo
·         Tabagismo
·         Hipertensão arterial20
·         Menopausa21
·         Estresse
·         Excesso de peso
·         Diabetes mellitus22
·         História familiar ou predisposisão genética
·         Idade
·         Alterações hemodinâmicas: hipertensão arterial20, hipotensão23, choque24, mal-estar, etc.


O que fazer quando estou sentindo os sintomas13 que podem ser de um infarto do miocárdio2?
Diante de uma dor suspeita, devemos nos dirigir o mais rápido possível a um pronto-atendimento - de preferência em um pronto-socorro equipado com uma unidade coronariana - para confirmar ou excluir o diagnóstico25. Caso seja confirmado o infarto3, quanto mais rápido o tratamento, melhor será a recuperação do seu coração1.


Como é feito o diagnóstico25?
O diagnóstico25 é baseado na tríade: quadro clínico, alterações no ECG (eletrocardiograma26) e na dosagem de enzimas cardíacas que se alteram no infarto do miocárdio2.
Escolha sempre um médico da sua confiança para tratar os seus sintomas13 e para lhe auxiliar na prevenção de doenças cardiovasculares27.


Quais as opções de tratamento disponíveis?
Qualquer que seja o tratamento escolhido pelo médico que vai prestar assistência ao paciente infartado, o ideal é que ele comece dentro das primeiras 6 horas após o início da dor. Quanto mais precoce, maior é a chance de ser restabelecido o fluxo sangüíneo e de oxigênio nas artérias coronárias6, evitando as complicações decorrentes da necrose11 do músculo cardíaco.
Pontos importantes do tratamento são: alívio da dor, repouso para reduzir o trabalho cardíaco e administração de agentes trombolíticos para melhorar o fluxo sangüíneo.
A administração de oxigênio em fluxo contínuo nas primeiras seis horas, reduz a dor associada à baixa concentração de oxigênio circulante. O uso de drogas que reduzem o uso de oxigênio pelo coração1 faz com que o músculo cardíaco sofra menos isquemia28 (ausência de sangue10).
A permanência na Unidade Coronariana deve se restringir ao período crítico, no mínimo 72 horas, pois a incidência29 de complicações neste período justifica a monitorização contínua.
Superada esta fase, o paciente é encaminhado a um quarto privativo, restringindo-se o número de visitas. Progressivamente, ele pode sentar-se durante breves períodos, começa a deambular por volta do quarto ou quinto dia. Esta mobilização precoce melhora sensivelmente o bem-estar, além de reduzir a incidência29 de tromboembolia. Mas o paciente deve ser acompanhado de perto para detectar possíveis alterações conseqüentes a esta atividade física.
A dieta será liberada à medida que as condições clínicas permitirem, devendo ser hipocalórica e hipossódica (com pouco sal).
As evacuações não devem significar esforço para o paciente, usando, se necessário, laxantes30 suaves.
Os tranqüilizantes podem ser utilizados para amenizar a angústia de alguns pacientes, mas com muito critério, já que esses medicamentos podem aumentar a freqüência cardíaca e a pressão sistólica31.


Quais são as complicações da doença?
As principais complicações do infarto3 são: arritmia32 cardíaca, choque24 cardiogênico, insuficiência respiratória33, insuficiência renal34 ou parada cardiorespiratória.
As complicações mais letais são as arritmias, que podem ocorrer, mais comumente, nas primeiras 24 horas após o infarto3. Por isso, é importante que, idealmente por pelo menos 72 horas, os pacientes fiquem sob cuidados médicos em unidades de tratamento intensivo coronariano, lá eles recebem todos os cuidados necessários para detectar precocemente e tratar essas arritmias, através de uma monitorização contínua das complicações do infarto3.


Quais as opções para prevenir esta doença?

Um estilo de vida saudável ajuda a diminuir a mortalidade35 nos casos de infarto3.
Alguns pontos importantes na prevenção:
·         Ter uma dieta equilibrada, reduzindo a ingestão de gorduras saturadas36 e aumentando as fibras, frutas, vegetais e cereais.
·         Prática regular de atividades físicas.
·         Manter o peso ideal, com índice de massa corporal37 abaixo de 25 kg/m², evitando a obesidade38 e seus danos à saúde.
·         Dosar os níveis de colesterol19 e triglicérides39 pelo menos a cada 5 anos a partir dos 35 anos.
·         Acompanhar a glicemia40 nas pessoas com mais de 45 anos, para detecção precoce de diabetes mellitus22.
·         Medir a pressão arterial a cada 2 anos ou em todas as consultas médicas para evitar os danos causados pela hipertensão arterial20 não controlada.
·         Abandonar o cigarro para prevenir o infarto do miocárdio2 e outras doenças como o câncer41 de pulmão42 e a doença pulmonar obstrutiva crônica.
·         Procurar reduzir o estresse com massagens, ioga, exercícios físicos em geral e meditação.


Perguntas que você pode fazer ao seu médico:
- Qual o risco que eu tenho de sofrer um infarto3? Isto pode ser calculado?
- Minha família tem história de doenças do coração1. Como isto influencia minha saúde?
- O que mais eu posso fazer para reduzir meu risco de sofrer um ataque cardíaco?
- Quando devo fazer exames de prevenção para evitar as doenças do coração1?
- Se eu parar de fumar, quanto tempo demora para reduzir meu risco cardiovascular?
- Depois de ter tido um infarto3, qual o tipo de dieta que devo seguir?



Gastrite

A gastrite é a inflamação da camada de tecido mais superficial que reveste o estômago, chamada de mucosa gástrica. Essa inflamação desenvolve-se como resposta normal do organismo quando ocorre agressão a sua integridade.
Entretanto, essa resposta normal pode levar ao desenvolvimento de sinais e sintomas característicos dessa doença. Ela pode ser causada por diversos fatores sendo os mais comuns a presença do Helicobacter pylori:, o uso de medicamentos (como aspirina ou anti-inflamatórios), álcool e estresse.
O Helicobacter pylori é uma bactéria capaz de produzir uma substância (urease) que, por meio de reação química, neutraliza o ácido gástrico, permitindo que ela se aloje e se multiplique dentro da camada do muco protetor do estômago. A prevalência da infecção por esse microorganismo é extremamente alta, sendo adquirida comumente na infância e permanecendo para o resto da vida, a não ser que o indivíduo seja tratado. Estima-se que mais de 50% da população mundial tenha a bactéria em seu estômago. Em alguns países da África, Ásia e América do Sul, a prevalência é de até 90% da população.
A transmissão ocorre principalmente pela ingestão de água ou alimentos contaminados ou pode, com menor frequência, ser transmitida de pessoa para pessoa. A infecção pela bactéria pode levar à gastrite crônica, úlcera gástrica e duodenal e, a longo prazo, até ser coadjuvante na formação do câncer do estômago.
A gastrite pode ser completamente assintomática, principalmente nos casos crônicos. Na fase aguda, os sintomas são mais proeminentes.

Dieta para gastrite

Embora os alimentos não causem gastrite, alguns devem ser evitados.
Evitar alimentos gordurosos, produtos derivados de tomate, bebidas que contenham cafeína, hortelã e álcool, porque facilitam o refluxo do suco gástrico causando a irritação.
Enquanto não houver cicatrização, evitar o consumo de alimentos ricos em fibras.
Devem ser feitas refeições regulares e equilibradas. Comer devagar, mastigando bem os alimentos.

DEVE EVITAR:
  • Carne Processadas: Presunto, mortadela, copa, lombo, salsicha, linguiça, salame;
  • Peixes processados e salgados: sardinha, aliche;
  • Alguns queijos: parmesão, roquefort, camenbert, provolone, queijo cremoso;
  • Temperos industrializados: caldo de carne, maionese, molho tártaro, extrato ou molho de tomate, molhode soja (shoyo), molho inglês, molho de salada;
  • Patês: comerciais ou preparados;
  • Salgadinhos industrializados: Chips, amendoim, nozes salgadas;
  • Margarina ou manteiga;
  • Bebidas alcoólicas;
  • Leite não é indicado de modo isolado. Preferir seus derivados, como queijos branco ou magros;
  • Alimentos gordurosos, produtos derivados de tomate, bebidas que contenham cafeína, hortelã e álcool;
  • Sucos concentrados;
  • Alimentos estimulantes, como café, chá mate, chá preto, chocolate;
  • Grãos em geral: feijão, ervilha, lentilha, milho.

DEVE PREFERIR:
  • Água, chá de frutas e ervas, suco de frutas diluídos;
  • Frutas, gelatina, mingaus, geléias, mel, margarina light e em quantidade moderada;
  • Leite e iogurte desnatado ou light e queijos brancos;
  • Purês, batata, mandioquinha, suflês, vegetais cozidos e sopas de vegetais e carne;
  • Carnes brancas e magras (peixe, frango, perú).

Como ocorre um A.V.C

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